Museus pelotenses: entre a incerteza e a esperança

by - November 05, 2018


Museu do Doce, Pelotas (RS) / Foto: Leonardo Tissot


PELOTAS, RS — Considerada por muito tempo a “capital cultural do Rio Grande do Sul” — reputação construída durante o período de maior desenvolvimento da cidade, na segunda metade do século XIX, quando a pujança econômica foi acompanhada de perto pelo culto à literatura, ao teatro e à música — Pelotas tenta se manter como um dos municípios que mais se destaca no Estado quando o assunto é cultura.

Após o incêndio que devastou o Museu Nacional, no Rio de Janeiro, em 2 de setembro de 2018, Nonada propôs o questionamento: como estão os museus gaúchos? No caso de Pelotas, ao mesmo tempo em que se pode elogiar os esforços da cidade na busca por manter sua memória e seu patrimônio vivos, é imperativo afirmar que muito mais precisa ser feito para garantir que museus, e também espaços como teatros e demais ambientes culturais — especialmente aqueles financiados com dinheiro público, tema desta reportagem — possam se manter e qualificar seu atendimento à população.

Leia a matéria completa no site Nonada - Jornalismo Travessia.

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