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No final de 2019, fui convidado pelo Marcelo Costa, editor do Scream & Yell, para votar nos melhores álbuns nacionais e internacionais da década. O resultado da votação você pode conferir aqui. Abaixo, meus 10 favoritos em cada categoria, sem ordem de preferência.

INTERNACIONAIS 


Arcade Fire - "The Suburbs" (2010)


Queens of the Stone Age - "...Like Clockwork" (2013)


Ty Segall - "Manipulator" (2014)


Courtney Barnett - "Sometimes I Sit and Think, and Sometimes I Just Sit" (2015)


Iggy Pop - "Post Pop Depression" (2016)


Father John Misty - "Pure Comedy" (2017)


Mavis Staples - "If All I Was Was Black" (2017)


The War on Drugs - "A Deeper Understanding" (2017)


King Gizzard and the Lizard Wizard - "Flying Microtonal Banana" (2017)


Big Thief - "Two Hands" (2019)


NACIONAIS


Cavalera Conspiracy - "Blunt Force Trauma" (2011)


Walverdes - "Repuxo" (2014)


Loomer - "You Wouldn't Anyway" (2014)


Julio Rizzo e Pata de Elefante (2014)


Bixiga 70 - "Bixiga 70 III" (2015)


O Terno - "Melhor do Que Parece" (2016)


Macaco Bong - "Deixa Quieto" (2017)


Baco Exu do Blues - "Bluesman" (2018)


Autoramas - "Libido" (2018)


Pin Ups - "Long Time No See" (2019)

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Foto: Programa A União Faz a Vida

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O Programa A União Faz a Vida foi lançado pela Fundação Sicredi em 1995, com o objetivo de desenvolver a educação cooperativa. Em 2019, o site da iniciativa foi reformulado com novos conteúdos.

Além de reescrever os textos com uma linguagem mais simples e próxima — características da marca Sicredi — os conteúdos foram desenvolvidos a partir de técnicas de Search Engine Optimization (SEO), que permitem às ferramentas de busca encontrar sites relevantes a partir de determinadas palavras-chave. Assim, o cliente tem a chance de ver suas páginas ranqueadas pelo Google e outras ferramentas com mais destaque em relação aos seus concorrentes.

Confira, neste link, um pouco desse trabalho, com um texto sobre o histórico do Programa.
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Museu do Doce, Pelotas (RS) / Foto: Leonardo Tissot

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PELOTAS, RS — Considerada por muito tempo a “capital cultural do Rio Grande do Sul” — reputação construída durante o período de maior desenvolvimento da cidade, na segunda metade do século XIX, quando a pujança econômica foi acompanhada de perto pelo culto à literatura, ao teatro e à música — Pelotas tenta se manter como um dos municípios que mais se destaca no Estado quando o assunto é cultura.

Após o incêndio que devastou o Museu Nacional, no Rio de Janeiro, em 2 de setembro de 2018, Nonada propôs o questionamento: como estão os museus gaúchos? No caso de Pelotas, ao mesmo tempo em que se pode elogiar os esforços da cidade na busca por manter sua memória e seu patrimônio vivos, é imperativo afirmar que muito mais precisa ser feito para garantir que museus, e também espaços como teatros e demais ambientes culturais — especialmente aqueles financiados com dinheiro público, tema desta reportagem — possam se manter e qualificar seu atendimento à população.

Leia a matéria completa no site Nonada - Jornalismo Travessia.
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Divulgação/Diego Figueira

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Recentemente, participei do projeto Álbuns Clássicos — Volume I, e-book com crônicas a respeito de discos lançados nos anos de 1968 e 1969. O material foi organizado e editado pelos jornalistas Diego Figueira e Fábio Cruz. Pude contribuir com dois textos, um sobre o álbum Everybody Knows This Is Nowhere, de Neil Young & Crazy Horse — que você pode ler aqui —, e outro sobre o primeiro disco de Iggy Pop & The Stooges. Abaixo, você pode ler um trecho do artigo.

Pintou sujeira

Dizer que determinado disco ou banda tal é “visceral” é um dos maiores clichês da crítica musical brazuca. O termo costuma ser usado para designar aquele grupo cujo som entra rasgando corações, mentes e ouvidos, expondo em poesia suja, guitarra cortante, baixo envolvente e bateria trepidante o Rock ‘n’ Roll em sua forma mais bruta e honesta. 

Todo clichê, contudo, nasce em algum momento, em algum lugar. Não sei quem foi o primeiro escriba a usar o adjetivo, no entanto, é difícil crer que ele tenha surgido antes do lançamento do primeiro álbum dos Stooges, em agosto de 1969 – não há álbum capaz de merecer tal descrição de forma tão precisa quanto esse. 

O disco, fruto da mente de quatro debiloides de Ann Arbor, Michigan – James Osterberg, mais conhecido à época como Iggy Stooge e, posteriormente, Iggy Pop, nos vocais, Dave Alexander no baixo e os irmãos Ron e Scott Asheton, na guitarra e na bateria, respectivamente –, foi o primeiro de uma tríade que influenciou para sempre o gênero. Produzido por ninguém menos que a metade do cérebro do Velvet Underground, o baixista e violista John Cale, The Stooges, o disco, traz oito das mais memoráveis e instantaneamente apreciáveis faixas da história do rock.

Para ler o texto completo, adquira o e-book neste link.
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Em 1969, Neil Young estava surfando una buena onda, como diriam nossos hermanos. Após o fim do Buffalo Springfield, na metade de 1968, o músico canadense sacudiu a poeira e seguiu em frente, trabalhando incansavelmente em busca de reconhecimento.

Além de se juntar ao supergrupo Crosby, Stills and Nash, o guitarrista lançou nada menos que dois discos em 1969: o primeiro, intitulado simplesmente Neil Young, foi sua estreia solo, gravado ainda em 68. Meses depois, ele já estava pronto para mais um registro: entre janeiro e março de 69, juntou-se pela primeira vez ao Crazy Horse – banda formada por Danny Whitten na guitarra, Billy Talbot no baixo e Ralph Molina na bateria – para gravar Everybody Knows This is Nowhere.

Indiscutivelmente um dos melhores discos da carreira de Young, Everybody... abre com “Cinnamon Girl”, uma composição simples e com a pegada que caracterizaria os grandes momentos de sua música, mesclando a sujeira do rock de garagem com a suavidade do country. A letra fala de uma suposta admiradora da banda e da vida de um grupo de rock.

Após a faixa-título e a delicada “Round and Round”, em que Young divide os vocais com a ex-namorada Robin Lane, vem um dos grandes clássicos do mestre: “Down By The River”, um épico guitarrístico de 9 minutos em que o músico desfila todo seu estilo e mostra ao mundo o que é capaz de fazer com a Old Black – guitarra adquirida no ano anterior e que se tornaria marca registrada de Young ao longo dos anos. “Toquei a Old Black em todas as faixas que pediam guitarra elétrica”, escreveu em sua autobiografia, editada no Brasil pela Globo Livros, a respeito de Everybody Knows this is Nowhere.

Sobre a desconcertante frase “eu dei um tiro no meu amor”, Young fez questão de deixar claro que a letra não deveria ser interpretada literalmente. No livro Neil Young, a história definitiva de sua carreira musical, de Johnny Rogan, o compositor defende a ideia de que a letra diz respeito a uma ruptura, ao fim de um relacionamento. “É um apelo, um grito de desespero”, revelou Young.

Clique no play para ouvir o disco

O lado B é igualmente inspirado. A country “The Losing End” traz mais uma triste história de um amor que não termina bem. “Running Dry (Requiem for the Rockets)” começa com mais lamentações – mas desta vez não é Young quem se deprime sozinho. O violino de Bobby Notkoff dá o tom da canção, antes do cantor iniciar os versos lamuriosos em que pede ajuda por estar vivendo sozinho e precisar conversar com alguém.

Para fechar o disco em alta, mais um clássico eterno da carreira de Young: “Cowgirl in the Sand”, outra faixa épica – desta vez com mais de 10 minutos de duração – que mostra todo o poder de fogo da Crazy Horse. Poder esse que ainda seria evidenciado mais de uma dezena de vezes em disco e em centenas de shows mundo afora – inclusive com uma apresentação histórica no Rock in Rio de 2001.

A canção é uma das quatro do álbum – ao lado de “Everybody Knows this is Nowhere”, “Cinnamon Girl” e “Down by the River” – que foram escritas por Young no mesmo dia, com o músico sofrendo uma febre de 39,5 °C. Imagina do que ele não é capaz quando está com a saúde em dia.

O disco foi produzido por Young e David Briggs – o segundo de uma parceria de longa data, que durou até a morte do engenheiro de som, em 1995. Foram 19 trabalhos realizados juntos, sendo o mais recente Hitchhiker, gravado em 1976, mas lançado apenas em 2017.

* Texto em celebração aos 50 anos de lançamento do álbum, em 2019.
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